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Calor intenso é desafio dentro e fora de campo na Copa do Mundo

O duelo entre Brasil e Escócia nessa quarta-feira (24), pela rodada final do Grupo C da Copa do Mundo, foi quente. E não somente pelo que se viu em campo. No momento em que a bola começou a rolar em Miami (Estados Unidos), às 19h (horário de Brasília, 18h local), os termômetros marcaram temperatura de 30ºC. Isso no fim da tarde e começo da noite por lá.

Não é surpresa. Uma pesquisa da Queen’s University Belfast, da Irlanda do Norte, identificou que 14 das 16 sedes da Copa – que também inclui México e Canadá – poderiam registrar níveis “potencialmente perigosos” de calor.

O estudo levou em conta informações meteorológicas dos últimos 20 anos e foi publicado no International Journal of Biometeorology em janeiro do ano passado.

Na fase de 16 avos de final, o Brasil terá pela frente o Japão. O jogo será em Houston (Estados Unidos), marcado para iniciar às 12h pelo horário local – ou 14h pelo de Brasília. A previsão é que a temperatura, na hora de a bola rolar, esteja na casa dos 33ºC. Menos mal que o estádio, casa do Houston Texans, uma das equipes da NFL, maior liga de futebol americano do mundo, dispõe de teto retrátil e ar-condicionado.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Reuters/Jeenah Moon

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